Bem... Cá estou eu, com uma marca roxa no braço direito, as costelas doloridas e um galo na testa. E não, meus caros, eu NÃO entrei em 'bate-cabeça' algum naquele Festival. A culpa é do maldito álcool.
Então eu ouço:
- Nossa! Você bebeu tanto assim?
E eu lhes respondo:
- Não, eu não bebo. Mas as pessoas que me fizeram isso bebem... E muito!
Parece que há alguma espécie de 'normas bebais' às quais TODO bêbado respeita, e que regem que todo e qualquer ser que esteja sob o efeito do álcool deve agir de modo insuportável e sem noção alguma de decência ou distância. Será que é tão difícil assim ter noção de quanto se pode beber?
Ouvi de alguém essa semana:
- A palavra álcool só pode vir do inglês.
- Por quê?
- Porque muitas das palavras em inglês são formadas por justaposição. 'Al' = 'All', ou seja, 'tudo'. 'Cool' significa 'legal'. Logo, álcool significa 'tudo legal'. Perfeito!
Agora, senhores, me digam: Qual é a graça de algo que apaga sua memória e faz com que você tenha que perguntar ou pedir desculpas pelo que você não sabe se aconteceu? Existe algo bom em 'esvaziar o caneco' e não se lembrar do nome da garota a quem você beijou?
Creio que não.
Creio também que escrevi parágrafos e mais parágrafos de lições de moral, e eu ODEIO lições de moral. Mas fazer o que, não é?
E enquanto isso, no lustre do castelo...
A espera continua... Se bem que eu sei que a história vai se repetir, como em todas as outras vezes. Eu o conheço, eu o conquisto, eu o 'pego', eu o abandono. Já dizia Ana Carolina:
"Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura
As vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Aprendi a me virar sozinha
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar!"
Beijos. E fiquem na paz!
:*
segunda-feira, 30 de abril de 2007
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