Que me diga "eu te amo",
mesmo que não ame,
só para me fazer sorrir
e sentir-me amada.
Que me ponha nas nuvens,
e quando eu cair, me segure.
Que diga que sou eu a mulher da sua vida
mesmo que tenha uma vida longa
e cheia de mulheres.
Que me faça ver a vida colorida,
mesmo que o filme seja preto e branco.
Que sejamos amantes,
Amigos,
Companheiros.
Que me dê flores,
cartas, bilhetes, mensagens.
Que me faça serenatas,
Mesmo desafinadas.
Que nunca me diga "adeus",
Mas para sempre "até logo".
Que nunca se vá,
Mas se um dia for,
Que me leve junto!
Um poema antigo, de quando eu tinha meus 12, 13 anos, e ainda acreditava no amor.
Não sei bem o porquê, mas hoje já não mais acredito.
partiu, beibe :*
sábado, 8 de dezembro de 2007
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
ser.
Hoje eu fui eu mesma.
Acordei cedo, me aprontei, fui à escola. Eu era apenas eu.
Fiz uma prova, dormi um pouco na sala... Desenhei sonhos na carteira da escola... E eu era apenas eu.
Cheguei à minha casa, deitei em minha cama, olhei para o teto.
Eu passo os dias tentando ser alguém diferente. Passo a vida tentando ser outra pessoa. Mas às vezes eu sou apenas eu.
E todas as vezes que eu sou eu mesma, eu me sinto sozinha.
Queria que para ser feliz bastasse ser apenas eu mesma. Queria parar de fingir sorrisos, parar de brincar de ser alegre. Queria poder chegar em casa, deitar na cama, olhar para o teto e ver mais que um forro de gesso. Queria que meus sonhos não fossem só sonhos, e que minha vida pudesse ser mais que uma rotina.
Queria poder viver os meus sonhos.
Mas já não tem importância. Nada disso vai mudar.
Parece que a cada vez que eu aqui escrevo, minha vida é outra. Mas não, ela não é outra. Ela apenas brinca de ser diferente. Brinca comigo. Brinca com meu coração.
Talvez um dia ela pare.
É só.
:*
Acordei cedo, me aprontei, fui à escola. Eu era apenas eu.
Fiz uma prova, dormi um pouco na sala... Desenhei sonhos na carteira da escola... E eu era apenas eu.
Cheguei à minha casa, deitei em minha cama, olhei para o teto.
Eu passo os dias tentando ser alguém diferente. Passo a vida tentando ser outra pessoa. Mas às vezes eu sou apenas eu.
E todas as vezes que eu sou eu mesma, eu me sinto sozinha.
Queria que para ser feliz bastasse ser apenas eu mesma. Queria parar de fingir sorrisos, parar de brincar de ser alegre. Queria poder chegar em casa, deitar na cama, olhar para o teto e ver mais que um forro de gesso. Queria que meus sonhos não fossem só sonhos, e que minha vida pudesse ser mais que uma rotina.
Queria poder viver os meus sonhos.
Mas já não tem importância. Nada disso vai mudar.
Parece que a cada vez que eu aqui escrevo, minha vida é outra. Mas não, ela não é outra. Ela apenas brinca de ser diferente. Brinca comigo. Brinca com meu coração.
Talvez um dia ela pare.
É só.
:*
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
At times life is wicked.
Bem, um mês e meio sem sinal de vida.
Peço perdão a todos. (:
Em pouco tempo, muita coisa muda.
Em pouco tempo, a vida toda muda.
Em pouco tempo, muita coisa começa.
Em pouco tempo, a vida toda começa.
Em pouco tempo, muita coisa acaba.
Em pouco tempo, a vida toda acaba.
Nesse curto espaço de tempo, muita coisa começou, muita coisa mudou, muita coisa acabou em minha vida.
Eu, que me dizia 'Senhora dos Meus Sentimentos', hoje já não sei de mais nada. Lutei por anos para me fechar, para não deixar ninguém se aproximar demais, e agora, eu já não sei de mais nada.
Hoje não são meus heterônimos que escrevem.
Hoje não são meus heterônimos que amam.
Hoje não são meus heterônimos que têm medo.
Hoje sou só eu, apenas eu. Sozinha com meus medos infantis.
Creio que seja de conhecimento de muitos o fato de que eu estou namorando.
Até aí, tudo bem, tudo perfeito. Como me disse o Lu, 'não há nada de mais em estar de romance'. Mas agora eu tenho medo. Medo, não de me envolver. Medo de perder. Eu tenho medo de que um dia ele acorde e não goste mais de mim. Medo de que um dia ele conheça alguém mais interessante do que eu. Sei lá, medos infantis de menina.
Isso se encaixa no contexto de 'coisas que começam'.
Também estou trabalhando como nunca. Creio que nunca tive tantos clientes simultâneos em toda minha vida profissional.
Talvez seja isso o que mudou.
Além de tudo, parece que minha relação pais-e-filha acabou de vez. E o que mais doeu foi que isso não me machucou. Quando um acontecimento desse porte não te atinge, isso talvez doa mais do que se atingisse, porque você descobre que não se importa tanto assim, e se sente mal por isso. Isso não é uma regra, mas é o que eu penso.
Isso certamente é o que acabou.
Estou no meio de uma explosão de sentimentos: estou feliz pelo trabalho, apreensiva pelo namoro, magoada pelos meus pais, e triste. Triste, não sei porque. Eu estava feliz. Tudo estava perfeito. Talvez seja esse o problema.
O verbo 'estar' sugere estado, e estados variam. Pena que o único estado de humor que variou foi essa felicidade momentânea.
O tempo está passando, e eu continuo magoada, apreensiva e triste.
Estou escrevendo ao som de Don't Stop Dancing, do Creed. Essa música parece ser perfeita para este momento:
'Hey God I know I'm just a dot in this world, do You forgot about me?'
Eu sinto como se Deus estivesse fechando os olhos para mim, mesmo eu sabendo que ele tem planos maiores e melhores para mim, e sabendo que tudo isso vai servir para moldar meu caráter de forma a me tornar uma pessoa virtuosa.
Mas ainda assim, eu estou triste, magoada e apreensiva.
Como a música diz, 'às vezes a vida é má e (...) um forro de prata às vezes não é suficiente para fazer alguns erros parecerem certos'.
Ver a luz nem sempre é simples, e fazer erros parecerem certos é quase impossível.
Eu não consigo ver luz alguma, não sei consertar erros e eu queria que nesse dia das crianças eu ainda fosse criança, sem medos, sem preocupações, sentindo o carinho dos meus pais, e sem saber que há um mundo lá fora querendo me engolir.
Eu não sei bem o que tudo isso quer dizer, creio que não tenha nexo algum.
Não precisa ler, nem comentar.
Obrigada.
partiu, beibe ;*
Peço perdão a todos. (:
Em pouco tempo, muita coisa muda.
Em pouco tempo, a vida toda muda.
Em pouco tempo, muita coisa começa.
Em pouco tempo, a vida toda começa.
Em pouco tempo, muita coisa acaba.
Em pouco tempo, a vida toda acaba.
Nesse curto espaço de tempo, muita coisa começou, muita coisa mudou, muita coisa acabou em minha vida.
Eu, que me dizia 'Senhora dos Meus Sentimentos', hoje já não sei de mais nada. Lutei por anos para me fechar, para não deixar ninguém se aproximar demais, e agora, eu já não sei de mais nada.
Hoje não são meus heterônimos que escrevem.
Hoje não são meus heterônimos que amam.
Hoje não são meus heterônimos que têm medo.
Hoje sou só eu, apenas eu. Sozinha com meus medos infantis.
Creio que seja de conhecimento de muitos o fato de que eu estou namorando.
Até aí, tudo bem, tudo perfeito. Como me disse o Lu, 'não há nada de mais em estar de romance'. Mas agora eu tenho medo. Medo, não de me envolver. Medo de perder. Eu tenho medo de que um dia ele acorde e não goste mais de mim. Medo de que um dia ele conheça alguém mais interessante do que eu. Sei lá, medos infantis de menina.
Isso se encaixa no contexto de 'coisas que começam'.
Também estou trabalhando como nunca. Creio que nunca tive tantos clientes simultâneos em toda minha vida profissional.
Talvez seja isso o que mudou.
Além de tudo, parece que minha relação pais-e-filha acabou de vez. E o que mais doeu foi que isso não me machucou. Quando um acontecimento desse porte não te atinge, isso talvez doa mais do que se atingisse, porque você descobre que não se importa tanto assim, e se sente mal por isso. Isso não é uma regra, mas é o que eu penso.
Isso certamente é o que acabou.
Estou no meio de uma explosão de sentimentos: estou feliz pelo trabalho, apreensiva pelo namoro, magoada pelos meus pais, e triste. Triste, não sei porque. Eu estava feliz. Tudo estava perfeito. Talvez seja esse o problema.
O verbo 'estar' sugere estado, e estados variam. Pena que o único estado de humor que variou foi essa felicidade momentânea.
O tempo está passando, e eu continuo magoada, apreensiva e triste.
Estou escrevendo ao som de Don't Stop Dancing, do Creed. Essa música parece ser perfeita para este momento:
'Hey God I know I'm just a dot in this world, do You forgot about me?'
Eu sinto como se Deus estivesse fechando os olhos para mim, mesmo eu sabendo que ele tem planos maiores e melhores para mim, e sabendo que tudo isso vai servir para moldar meu caráter de forma a me tornar uma pessoa virtuosa.
Mas ainda assim, eu estou triste, magoada e apreensiva.
Como a música diz, 'às vezes a vida é má e (...) um forro de prata às vezes não é suficiente para fazer alguns erros parecerem certos'.
Ver a luz nem sempre é simples, e fazer erros parecerem certos é quase impossível.
Eu não consigo ver luz alguma, não sei consertar erros e eu queria que nesse dia das crianças eu ainda fosse criança, sem medos, sem preocupações, sentindo o carinho dos meus pais, e sem saber que há um mundo lá fora querendo me engolir.
Eu não sei bem o que tudo isso quer dizer, creio que não tenha nexo algum.
Não precisa ler, nem comentar.
Obrigada.
partiu, beibe ;*
quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Alguém
Nossa.. Eu vou dizer agora algo não tão inédito, mas difícil de se ouvir/ler vindo de mim:
'eu sinto falta de alguém'.
Não, não é de um alguém específico, é de alguém.
Só alguém. Qualquer alguém.
Alguém que se encaixe no contexto de Fátima Irene Pinto:
"É preciso que tenha um coração disponível e transparente,
objetivos definidos, vontade de comprometer-se,
capacidade de expressar amor,
de forma quase temerária e irreverente.
Pode ser triste ou contente.
Se for triste, que possa fazer de mim o seu contentamento e,
se contente, que saiba insuflar em mim tal sentimento.
Pode ser letrado, ilustre ou sem letras.
Se for culto, que não se ufane desta qualidade,
porque o que conta é a pureza d'alma,
a lisura e a sensibilidade.
É preciso ser despojado, bacharel na escola da vida.
É preciso ter conhecido alegrias e dores,
vitórias e derrotas e ter aprendido sobretudo,
a delicada arte do discernimento,
que se sobrepõe a todo e qualquer leviano julgamento.
E, se eu encontrar alguém assim,
Com certeza ele há de gostar de namorar,
de natureza, de crianças, de animais, de beira-mar
De música, serestas, filarmônicas, bandas marciais...
quem sabe até dance tango ou bolero agarradinho
e se não souber eu até posso ensinar,
afinal, isto é um detalhe pequenininho."
é, a fábrica de 'alguéns' assim deve ter falido.
ah!
deixa eu parar, senão vou acabar chorando.
e como eu não sou emo, não posso chorar.
DHSAIUDHIUSDHAIUDSHAIHSUDAIHUSADI
beijão ;***
'eu sinto falta de alguém'.
Não, não é de um alguém específico, é de alguém.
Só alguém. Qualquer alguém.
Alguém que se encaixe no contexto de Fátima Irene Pinto:
"É preciso que tenha um coração disponível e transparente,
objetivos definidos, vontade de comprometer-se,
capacidade de expressar amor,
de forma quase temerária e irreverente.
Pode ser triste ou contente.
Se for triste, que possa fazer de mim o seu contentamento e,
se contente, que saiba insuflar em mim tal sentimento.
Pode ser letrado, ilustre ou sem letras.
Se for culto, que não se ufane desta qualidade,
porque o que conta é a pureza d'alma,
a lisura e a sensibilidade.
É preciso ser despojado, bacharel na escola da vida.
É preciso ter conhecido alegrias e dores,
vitórias e derrotas e ter aprendido sobretudo,
a delicada arte do discernimento,
que se sobrepõe a todo e qualquer leviano julgamento.
E, se eu encontrar alguém assim,
Com certeza ele há de gostar de namorar,
de natureza, de crianças, de animais, de beira-mar
De música, serestas, filarmônicas, bandas marciais...
quem sabe até dance tango ou bolero agarradinho
e se não souber eu até posso ensinar,
afinal, isto é um detalhe pequenininho."
é, a fábrica de 'alguéns' assim deve ter falido.
ah!
deixa eu parar, senão vou acabar chorando.
e como eu não sou emo, não posso chorar.
DHSAIUDHIUSDHAIUDSHAIHSUDAIHUSADI
beijão ;***
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Sobre sapos, princesas e bruxas...
Quanto tempo sem postar! Estava até sentindo falta de escrever essas futilidades... ^^
Mas, sem mais delongas, vamos direto ao ponto: sapos e príncipes. Sim, isso mesmo. Sapos e Príncipes. Aqueles bichinhos um tanto nojentos, um pouco verdes, sabe? Eles mesmos. E aqueles homens bonitos, que montam cavalos brancos e salvam as princesinhas do perigo e dos sapos.
As princesas (vulgo garotas) passam toda a adolescência beijando os bichos nojentos, esperando que eles, num passe de mágica, se transformem em príncipes. E eles raramente se transformam.
Nós tratamos esses assuntos como se fosse tudo realmente um grande conto de fadas. E, sinceramente, só nos aparecem sapos, que por mais que beijemos, ainda são sapos, e, creio eu, sempre serão.
Sabe... Eu acho que aquela velha frase se encaixa muito bem nessa história, com alguma modificação, é claro: 'já não se fazem mais sapos como antigamente'!
Os sapos de antigamente eram cortezes, gentis. Eles nos tratavam como as princesas que realmente somos. E então, quando o momento mágico do beijo acontecia, eles se tornavam príncipes, e viviam todos felizes para sempre.
Atualmente, os sapos nos chamam de 'potranca', 'gostosa', nos tratam como objeto e serão sapos para todo o sempre.
Felizmente, ainda existem sapos que facilmente tornar-se-ão príncipes. A exemplo, podemos citar aquele amigo legal, ou o garoto legal da internet que mora lá do outro lado no planeta.
E depois de dizer coisas sem nexo que nem eu mesma entendo, vou dizendo tchau.
Até. :*
Mas, sem mais delongas, vamos direto ao ponto: sapos e príncipes. Sim, isso mesmo. Sapos e Príncipes. Aqueles bichinhos um tanto nojentos, um pouco verdes, sabe? Eles mesmos. E aqueles homens bonitos, que montam cavalos brancos e salvam as princesinhas do perigo e dos sapos.
As princesas (vulgo garotas) passam toda a adolescência beijando os bichos nojentos, esperando que eles, num passe de mágica, se transformem em príncipes. E eles raramente se transformam.
Nós tratamos esses assuntos como se fosse tudo realmente um grande conto de fadas. E, sinceramente, só nos aparecem sapos, que por mais que beijemos, ainda são sapos, e, creio eu, sempre serão.
Sabe... Eu acho que aquela velha frase se encaixa muito bem nessa história, com alguma modificação, é claro: 'já não se fazem mais sapos como antigamente'!
Os sapos de antigamente eram cortezes, gentis. Eles nos tratavam como as princesas que realmente somos. E então, quando o momento mágico do beijo acontecia, eles se tornavam príncipes, e viviam todos felizes para sempre.
Atualmente, os sapos nos chamam de 'potranca', 'gostosa', nos tratam como objeto e serão sapos para todo o sempre.
Felizmente, ainda existem sapos que facilmente tornar-se-ão príncipes. A exemplo, podemos citar aquele amigo legal, ou o garoto legal da internet que mora lá do outro lado no planeta.
E depois de dizer coisas sem nexo que nem eu mesma entendo, vou dizendo tchau.
Até. :*
terça-feira, 19 de junho de 2007
Quanto tempo demora para ser feliz?
Ser feliz demora o tempo necessário pra você aprender a conter seus desejos impossíveis, aprender a amar, aprender a ouvir, aprender a perceber as pequenas coisas/gestos, aprender a perceber o amor que sentem por você, aprender a ver que sua vida não pode ser perfeita, e que você não pode ser perfeito.. e aprender que você ainda assim pode ser tão feliz quanto aquele seu amigo pra quem tudo dá certo ou como qualquer outra pessoa.
porque aí você vai perceber que, embora na vida existem tristezas inevitáveis, as alegrias as superam. e vai descobrir que um momento feliz vale mais do que
mil dias tristes.. e são sempre as boas coisas que vão ficar na sua mente.
tenta se lembrar da sua vida..
agora pense e diga: de quantos momentos felizes você se lembra?
e de quantos você momentos tristes você se lembra?
tenho quase certeza de que os momentos felizes superam os tristes.. porque são eles que sempre marcarão mais fundo nosso coração.
creio que essa seja a chave para a felicidade:
esquecer o que aconteceu de ruim.. e lembrar das felicidades que você já teve!
um beijo grandãão!
:**
porque aí você vai perceber que, embora na vida existem tristezas inevitáveis, as alegrias as superam. e vai descobrir que um momento feliz vale mais do que
mil dias tristes.. e são sempre as boas coisas que vão ficar na sua mente.
tenta se lembrar da sua vida..
agora pense e diga: de quantos momentos felizes você se lembra?
e de quantos você momentos tristes você se lembra?
tenho quase certeza de que os momentos felizes superam os tristes.. porque são eles que sempre marcarão mais fundo nosso coração.
creio que essa seja a chave para a felicidade:
esquecer o que aconteceu de ruim.. e lembrar das felicidades que você já teve!
um beijo grandãão!
:**
segunda-feira, 4 de junho de 2007
Sobre felicidade, dança e sorvetes
Eu tenho um seminário para apresentar sobre Depressão em 2 dias, e ele não combina em nada comigo.
Sabe quando você se sente feliz sem ter motivos?
Sabe quando você liga o som naquela música 'de paty alegre' e dança como doido só pelo prazer da diversão?
Mas é claro que sabe, não é?
As pessoas passam a vida procurando a felicidade plena e extrema, sem saber que isso não existe, ou pior ainda: sabendo que isso não existe. Sinceramente, essas pessoas me dão pena..
- Um dia vou achar o homem certo, vou ter o emprego perfeito, morarei numa enorme casa, terei filhos maravilhosos e então serei feliz.
Hey, meu bem! Isso não existe! Lembra da tal Lei deMurphy? Então! Ela vale para isso também. Você pode não se casar bem, ou então se casar e ter um empregozinho de quinta categoria, limpando banheiros de bar por um salário mínimo.
Sua casa pode ser um 'apertamento', ou seus filhos serão rebeldes... Ou ainda pode acontecer TUDO isso de uma só vez!
Imagine só o tamanho da sua frustração!
Por isso, acorde bobo uns dias... Dance sozinho, mesmo sem música. Saia sem rumo num dia qualquer, compre pipocas doces ou um picolé, e se divirta vendo as crianças brincarem num parque...
Ou ainda: brinque com as crianças!
Vá ao mercado, compre um pote de sorvete de chocolate, daqueles de um litro, sabe? Depois, sente na frente da TV, e se lambuse de sorvete enquanto assiste Bob Esponja, ou Tom & Jerry!
Eu costumo dizer que a felicidade é simples e gostosa como bolo de chocolate... Mas parece que algumas pessoas não possuem nenhuma espécie de dom culinário. Então, resolvi simplificar a receita!
Felicidade:
1l de sorvete de chocolate
1 colher de sobremesa
2 hrs de desenho animado
1 paixão de vez em quando
1 cineminha às vezez
1 balada pra extravasar
1 saco sem fundo pra aguentar a barra
100 abraços por dia
30 beijos por hora
Amigos à gosto
Bata tudo no liquidificador, até obter um rosto feliz e livre de preocupações, tristezas e tudo o mais.
Rendimento: uma vida feliz.
Viu como ficou simples? E nem precisa ir ao fogo! ^^
Depois de preparar a receita, e provar, você pode fazer um seminário sobre depressão e ver que o que você julgava depressão na sua vida era só um 'desentendimento' entre sua massa encefálica e seu coração.
Tudo ficará mais simples então...
Agora preciso me retirar, pois preciso dançar feito boba, tomar sorvete (ainda que esteja fazendo 14ºC ali fora) e pular, rir, ver desenho animado, me comparar com os sintomas da depressão e constatar que sou absolutamente feliz, mesmo sem o homem certo, o emprego perfeito, a casa dos sonhos e os filhos maravilhosos.
Passar bem.
:****
PS: se espelhem na foto:
Sabe quando você se sente feliz sem ter motivos?
Sabe quando você liga o som naquela música 'de paty alegre' e dança como doido só pelo prazer da diversão?
Mas é claro que sabe, não é?
As pessoas passam a vida procurando a felicidade plena e extrema, sem saber que isso não existe, ou pior ainda: sabendo que isso não existe. Sinceramente, essas pessoas me dão pena..
- Um dia vou achar o homem certo, vou ter o emprego perfeito, morarei numa enorme casa, terei filhos maravilhosos e então serei feliz.
Hey, meu bem! Isso não existe! Lembra da tal Lei deMurphy? Então! Ela vale para isso também. Você pode não se casar bem, ou então se casar e ter um empregozinho de quinta categoria, limpando banheiros de bar por um salário mínimo.
Sua casa pode ser um 'apertamento', ou seus filhos serão rebeldes... Ou ainda pode acontecer TUDO isso de uma só vez!
Imagine só o tamanho da sua frustração!
Por isso, acorde bobo uns dias... Dance sozinho, mesmo sem música. Saia sem rumo num dia qualquer, compre pipocas doces ou um picolé, e se divirta vendo as crianças brincarem num parque...
Ou ainda: brinque com as crianças!
Vá ao mercado, compre um pote de sorvete de chocolate, daqueles de um litro, sabe? Depois, sente na frente da TV, e se lambuse de sorvete enquanto assiste Bob Esponja, ou Tom & Jerry!
Eu costumo dizer que a felicidade é simples e gostosa como bolo de chocolate... Mas parece que algumas pessoas não possuem nenhuma espécie de dom culinário. Então, resolvi simplificar a receita!
Felicidade:
1l de sorvete de chocolate
1 colher de sobremesa
2 hrs de desenho animado
1 paixão de vez em quando
1 cineminha às vezez
1 balada pra extravasar
1 saco sem fundo pra aguentar a barra
100 abraços por dia
30 beijos por hora
Amigos à gosto
Bata tudo no liquidificador, até obter um rosto feliz e livre de preocupações, tristezas e tudo o mais.
Rendimento: uma vida feliz.
Viu como ficou simples? E nem precisa ir ao fogo! ^^
Depois de preparar a receita, e provar, você pode fazer um seminário sobre depressão e ver que o que você julgava depressão na sua vida era só um 'desentendimento' entre sua massa encefálica e seu coração.
Tudo ficará mais simples então...
Agora preciso me retirar, pois preciso dançar feito boba, tomar sorvete (ainda que esteja fazendo 14ºC ali fora) e pular, rir, ver desenho animado, me comparar com os sintomas da depressão e constatar que sou absolutamente feliz, mesmo sem o homem certo, o emprego perfeito, a casa dos sonhos e os filhos maravilhosos.
Passar bem.
:****
PS: se espelhem na foto:
terça-feira, 15 de maio de 2007
Meu garotinho...
Bem, hoje, meus caros, pela primeira vez, vou 'construir meus versos' de acordo com o que sinto. Talvez isto dissipe, ou ao menos diminua a futilidade que alguns vêem em mim (sim, isso é para vocês, André e Guilherme). E então alguém pergunta: "nossa... mas e todas essas estórias sobre esse suposto garoto aqui no Ladainhas de Menina?" Quem se perguntar isso já terá a resposta: são estórias. Quando criei este blog, pensei deixar isso bem claro através do título do mesmo: Ladainhas de Menina. São besteiras, estórias que vivo somente em minha imaginação. Imaginação esta cuja qual ainda não conheci os limites.
Mas acalme-se, caro amigo! Nem tudo é mentira. Tudo é baseado em cenas/episódios/burrices/comicidades realmente vividas por mim, ok?
Sinceramente, nessas estórias eu finjo muitas coisas/sentimentos. Finjo amar, finjo sentir algo que sei que não sinto. Talvez porque eu de fato queira amar, e tenha medo, ou então porque não queira amar, e sim apenas sonhar e idealizar o amor, para não sofrer. As razões podem ser inúmeras...
O que eu sei é que quando fecho meus olhos para sonhar acordada, o que vejo sou eu, no sofá de minha futura sala de estar, em frente à minha lareira de mármore branco, acesa, abraçada ao meu marido, numa noite fria, envoltos num cobertor felpudo, tomando uma xícara de chocolate quente enquanto planejamos as férias de fim de ano e assistimos nossa filhinha Sofia colorir um desenho com seus lápis de cera multicoloridos.
Essa é a única cena que me vem à mente quando penso em meu futuro amoroso.
Me sinto como o Charlie Brown, esperando mais um ano pela garotinha ruiva. O pior é que eu nem mesmo sei se o MEU garotinho é ruivo, loiro, moreno, amarelo, azul, verde ou vermelho. Não sei se ele é bonito, feio, pobre, rico... Não sei nem mesmo se ele existe! Isso dói...
Dizem que na vida tudo tem seu tempo. Mas esse tempo demora a chegar... Não aguento mais esperar.
Chega de lamentações! Vou prestar atenção na aula!
beijosmeliga :*
até um dia desses...
Mas acalme-se, caro amigo! Nem tudo é mentira. Tudo é baseado em cenas/episódios/burrices/comicidades realmente vividas por mim, ok?
Sinceramente, nessas estórias eu finjo muitas coisas/sentimentos. Finjo amar, finjo sentir algo que sei que não sinto. Talvez porque eu de fato queira amar, e tenha medo, ou então porque não queira amar, e sim apenas sonhar e idealizar o amor, para não sofrer. As razões podem ser inúmeras...
O que eu sei é que quando fecho meus olhos para sonhar acordada, o que vejo sou eu, no sofá de minha futura sala de estar, em frente à minha lareira de mármore branco, acesa, abraçada ao meu marido, numa noite fria, envoltos num cobertor felpudo, tomando uma xícara de chocolate quente enquanto planejamos as férias de fim de ano e assistimos nossa filhinha Sofia colorir um desenho com seus lápis de cera multicoloridos.
Essa é a única cena que me vem à mente quando penso em meu futuro amoroso.
Me sinto como o Charlie Brown, esperando mais um ano pela garotinha ruiva. O pior é que eu nem mesmo sei se o MEU garotinho é ruivo, loiro, moreno, amarelo, azul, verde ou vermelho. Não sei se ele é bonito, feio, pobre, rico... Não sei nem mesmo se ele existe! Isso dói...
Dizem que na vida tudo tem seu tempo. Mas esse tempo demora a chegar... Não aguento mais esperar.
Chega de lamentações! Vou prestar atenção na aula!
beijosmeliga :*
até um dia desses...
domingo, 13 de maio de 2007
Os olhos mentem
"Os olhos mentem dia e noite a dor da gente...
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente...
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente..."
Sim, isso é a mais absoluta verdade. Creio que essa seja a verdade absoluta sobre a qual foi fundada a nossa sociedade: 'Mantenha um sorriso amarelo nesse seu rosto, viva como se fosse feliz, e não deixe que percebam a dor que há dentro de você'. Sociedade hipócrita! As pessoas deveriam externar seus sentimentos sem constrangimento.
As pessoas deveriam se preocupar com as outras.
Estou simplesmente de saco cheio dessa 'Cultura do Eu'.
Mas falar sobre isso vai me deixar mais nervosa.
Então, enquanto isso, no lustre do castelo...
[sim, mudando de assunto drasticamente]
Eu queria saber o que fazer com a minha vida.
Sou mais uma engrossando as filas dos estudantes procuradores de estágios.
Preciso de um urgentemente! Preciso dar um jeito na minha vida, preciso comprar minha casa, um computador desktop novo, renovar meu guarda-roupas, mobiliar minha casa (a que vou comprar).
Estou até começando a acreditar nesses programas de 'ganhe dinheiro navegando'. Onde já se viu? Acho que estou mesmo desesperada.
Bom... Preciso ir descansar, minha cabeça está explodindo!
beijosmeliga :* para quem se preocupa com os outros.
para o restante, _|_
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente...
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente..."
(O Teatro Mágico - O Anjo Mais Velho)
Sim, isso é a mais absoluta verdade. Creio que essa seja a verdade absoluta sobre a qual foi fundada a nossa sociedade: 'Mantenha um sorriso amarelo nesse seu rosto, viva como se fosse feliz, e não deixe que percebam a dor que há dentro de você'. Sociedade hipócrita! As pessoas deveriam externar seus sentimentos sem constrangimento.
As pessoas deveriam se preocupar com as outras.
Estou simplesmente de saco cheio dessa 'Cultura do Eu'.
Mas falar sobre isso vai me deixar mais nervosa.
Então, enquanto isso, no lustre do castelo...
[sim, mudando de assunto drasticamente]
Eu queria saber o que fazer com a minha vida.
Sou mais uma engrossando as filas dos estudantes procuradores de estágios.
Preciso de um urgentemente! Preciso dar um jeito na minha vida, preciso comprar minha casa, um computador desktop novo, renovar meu guarda-roupas, mobiliar minha casa (a que vou comprar).
Estou até começando a acreditar nesses programas de 'ganhe dinheiro navegando'. Onde já se viu? Acho que estou mesmo desesperada.
Bom... Preciso ir descansar, minha cabeça está explodindo!
beijosmeliga :* para quem se preocupa com os outros.
para o restante, _|_
terça-feira, 8 de maio de 2007
Às vezes se eu me distraio...
Bem... Hoje me peguei observando um suposto indivíduo em sua suposta aula, através da suposta parede de vidro do suposto laboratório onde a suposta aula ocorria.
Creio que eu esteja ficando maluca, mas a verdade é que eu não consigo mais ficar sem vê-lo, conversar com ele... E ele mal sabe quem sou!
Essa é minha vida: uma vida de amores platônicos. Uma vida vazia, mas cheia de esperanças inconcretas. Parece incrível, mas nada se concretiza nessa existência fútil.
Pessoas vivem assim desde que o mundo é mundo. Sempre por aí, querendo encontrar algo 'inencontrável'. Sempre vivendo o irreal.
Acho que é por isso que elas são felizes. A realidade machuca. Sonhos sempre são melhores.
Sabe... Tudo isso está revirando minha mente e meu coração, fazendo uma balbúrdia de sentimentos. Tudo por causa de um suposto indivíduo do suposto laboratório na suposta escola.
Mas o sono já está tomando conta de tudo aqui... Preciso dormir! E supostamente sonhar com o suposto individuo.
beijosmeliga :*
"Às vezes se eu me distraio,
Se não me vigio um instante
Me transporto pra perto de voce..."
Creio que eu esteja ficando maluca, mas a verdade é que eu não consigo mais ficar sem vê-lo, conversar com ele... E ele mal sabe quem sou!
Essa é minha vida: uma vida de amores platônicos. Uma vida vazia, mas cheia de esperanças inconcretas. Parece incrível, mas nada se concretiza nessa existência fútil.
Pessoas vivem assim desde que o mundo é mundo. Sempre por aí, querendo encontrar algo 'inencontrável'. Sempre vivendo o irreal.
Acho que é por isso que elas são felizes. A realidade machuca. Sonhos sempre são melhores.
Sabe... Tudo isso está revirando minha mente e meu coração, fazendo uma balbúrdia de sentimentos. Tudo por causa de um suposto indivíduo do suposto laboratório na suposta escola.
Mas o sono já está tomando conta de tudo aqui... Preciso dormir! E supostamente sonhar com o suposto individuo.
beijosmeliga :*
"Às vezes se eu me distraio,
Se não me vigio um instante
Me transporto pra perto de voce..."
(Equalize - Pitty)
domingo, 6 de maio de 2007
Palavras ao vento...
"Ando por aí querendo te encontrar
Em cada esquina paro, em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar...
Que nosso amor pra sempre viva, minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras, apenas
Palavras pequenas
Palavras..."
Em cada esquina paro, em cada olhar
Deixo a tristeza e trago a esperança em seu lugar...
Que nosso amor pra sempre viva, minha dádiva
Quero poder jurar que essa paixão jamais será
Palavras, apenas
Palavras pequenas
Palavras..."
(Palavras ao Vento - Cássia Eller)
Durante toda essa madrugada, me surpreendi procurando em cada rosto na multidão um rosto conhecido. Não qualquer rosto conhecido, mas sim aquele rosto conhecido. Aquele rosto no qual eu penso antes de dormir, ou que preenche minha mente quando estou sozinha nos trens do metrô. O que mais me surpreendeu é que eu não sabia de fato se o dono de tais feições estava ou não em algum lugar na Virada Cultural. Ainda não consigo acreditar que eu estava procurando por alguém no centro de São Paulo que poderia não estar lá. E eu ainda estava cheia de esperanças!
Devo estar parecendo uma criança ansiosa por um presente de Natal. Não é muito comum, visto que nos conhecemos há tão pouco tempo.
Como eu queria tê-lo encontrado! Fico imaginando como teria sido.
É... E mais uma vez eu fico presa à devaneios e sonhos que, sei, são quase impossíveis.
E então você me diz:
- Vale a pena?
E te respondo, como o grande poeta:
- Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.
E, ainda assim, a razão insiste em me tirar desse mundo de sonhos por um momento, pra 'avaliar a viabilidade' de toda essa situação (o professor Márcio iria adorar ler isso). Mas meu coração fala mais alto: quem precisa de uma situação viável, quando se tem sonhos e planos?
Se eu pudesse, viveria de sonhos... Sonhos! Como eu queria viver sonhando!
Quem sabe vivendo de sonhos o mundo seria mais feliz?
E lá vem mais viagens da Sue...
;D
E agora vem em minha mente uma música... Uma bela música... Uma triste música...
Bem... eram esses meus devaneios de hoje...
beijosmeliga :*
Devo estar parecendo uma criança ansiosa por um presente de Natal. Não é muito comum, visto que nos conhecemos há tão pouco tempo.
Como eu queria tê-lo encontrado! Fico imaginando como teria sido.
É... E mais uma vez eu fico presa à devaneios e sonhos que, sei, são quase impossíveis.
E então você me diz:
- Vale a pena?
E te respondo, como o grande poeta:
- Tudo vale a pena, se a alma não é pequena.
E, ainda assim, a razão insiste em me tirar desse mundo de sonhos por um momento, pra 'avaliar a viabilidade' de toda essa situação (o professor Márcio iria adorar ler isso). Mas meu coração fala mais alto: quem precisa de uma situação viável, quando se tem sonhos e planos?
Se eu pudesse, viveria de sonhos... Sonhos! Como eu queria viver sonhando!
Quem sabe vivendo de sonhos o mundo seria mais feliz?
E lá vem mais viagens da Sue...
;D
E agora vem em minha mente uma música... Uma bela música... Uma triste música...
"O dia mente a cor da noite
E o diamante a cor dos olhos
Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado
Aqui do outro eu consigo me orientar
A cena repete a cena se inverte
enchendo a minha alma d'aquilo que outrora eu deixei
de acreditar
tua palavra, tua história
tua verdade fazendo escola
e tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
metade de mim
agora é assim
de um lado a poesia o verbo a saudade
do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no
fim
e o fim é belo incerto... depende de como você vê
o novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar
Vou me lembrar de você...
(O Teatro Mágico - O Anjo Mais Velho)
Bem... eram esses meus devaneios de hoje...
beijosmeliga :*
sexta-feira, 4 de maio de 2007
Dramas de uma adolescente desesperada...
"Bom... faltam 11 minutos para a uma da manhã, eu estou caindo de sono, e estou esperando 'aquela pessoa' conectar.
Devo esperar mais? Afinal, ele sempre conecta bem perto da meia noite...
Lembrando agora de clássicos de uma mulher desesperada: 'Vou esperar mais um pouco, contando até quinhentos, de cinco em cinco, beeeeem devagar'. Afinal... Ele deve ter uma boa desculpa esfarrapada, cuja qual estou louca pra acreditar.
Mas pode ser que ele não conecte hoje. Será que ele dormiu?! Ah não!"
Devo esperar mais? Afinal, ele sempre conecta bem perto da meia noite...
Lembrando agora de clássicos de uma mulher desesperada: 'Vou esperar mais um pouco, contando até quinhentos, de cinco em cinco, beeeeem devagar'. Afinal... Ele deve ter uma boa desculpa esfarrapada, cuja qual estou louca pra acreditar.
Mas pode ser que ele não conecte hoje. Será que ele dormiu?! Ah não!"
(Diálogo típico entre uma adolescente e seu âmago)
Meu Deus! Nunca pensei que eu fosse capaz de esperar por alguem numa noite fria, de camisola, em frente a um computador, até a uma da madrugada! Eu definitivamente NÃO estou em meu perfeito estado de sanidade. Talvez seja porque me chamaram de pin-up, ou porque fui mal na prova de Visual Basic hoje. Ou ainda por causa da minha imensa vontade de ir à Virada Cultural amanhã.
Isso não importa no momento. Só importa que o quinhentos está chegando, e a 'pessoa' NÃO está conectando!
Um minuto para a uma hora.
Quase desistindo.
Mas então me lembro do sorriso maroto que ele costuma me dirigir nos trens do Metrô, da cor púrpura de sua fonte no Messenger, do seu olhar penetrante... NÃO! Não posso desistir.
Só que então olho para minha cama, quentinha, confortável e à minha espera...
Como alguem pode ficar confuso entre um homem e uma cama?!
Ai meu Deus... O frio tá me matando... Mas a saudade tá sufocando meu coraçãozinho desvairado mergulhado nessas esperanças ilusórias de viver contos de fadas virtuais.
O coração tem dessas às vezes. A gente passa a vida tentando fazer com que ele enrijeça, mas então vem alguem, não se sabe bem de onde nem quando, e faz seu mundo virar de cabeça para baixo, quebra o gelo do seu coração e insiste em dizer que o mesmo é de sua propriedade. Depois esse mesmo alguem vai embora, deixando seu coração num estado deplorável e insistindo que já o havia 'alugado' nesse estado.
É, meus caros amigos. São esses inquilinos imbecis e mal-cuidadosos que nos fazem 'congelar' nosso desvairado coração, para que ele não se afogue em contos de fadas novamente, mas são esses mesmos 'inquilinos' que quebram o gelo e se apoderam dele mais uma vez.
E a gente não se cansa disso nunca!
Quanto mais vezes os 'inquilinos' nos deixam na mão SEM pagar aluguel, mais fé a gente tem de que o próximo vai ser melhor.
Como o ser humano é patético!
;D
Bom... e era isso.
O quinhentos chegou, e ele não conectou. ¬¬
Valeu por me ouvir/ler.
beijosmeliga :*
Meu Deus! Nunca pensei que eu fosse capaz de esperar por alguem numa noite fria, de camisola, em frente a um computador, até a uma da madrugada! Eu definitivamente NÃO estou em meu perfeito estado de sanidade. Talvez seja porque me chamaram de pin-up, ou porque fui mal na prova de Visual Basic hoje. Ou ainda por causa da minha imensa vontade de ir à Virada Cultural amanhã.
Isso não importa no momento. Só importa que o quinhentos está chegando, e a 'pessoa' NÃO está conectando!
Um minuto para a uma hora.
Quase desistindo.
Mas então me lembro do sorriso maroto que ele costuma me dirigir nos trens do Metrô, da cor púrpura de sua fonte no Messenger, do seu olhar penetrante... NÃO! Não posso desistir.
Só que então olho para minha cama, quentinha, confortável e à minha espera...
Como alguem pode ficar confuso entre um homem e uma cama?!
Ai meu Deus... O frio tá me matando... Mas a saudade tá sufocando meu coraçãozinho desvairado mergulhado nessas esperanças ilusórias de viver contos de fadas virtuais.
O coração tem dessas às vezes. A gente passa a vida tentando fazer com que ele enrijeça, mas então vem alguem, não se sabe bem de onde nem quando, e faz seu mundo virar de cabeça para baixo, quebra o gelo do seu coração e insiste em dizer que o mesmo é de sua propriedade. Depois esse mesmo alguem vai embora, deixando seu coração num estado deplorável e insistindo que já o havia 'alugado' nesse estado.
É, meus caros amigos. São esses inquilinos imbecis e mal-cuidadosos que nos fazem 'congelar' nosso desvairado coração, para que ele não se afogue em contos de fadas novamente, mas são esses mesmos 'inquilinos' que quebram o gelo e se apoderam dele mais uma vez.
E a gente não se cansa disso nunca!
Quanto mais vezes os 'inquilinos' nos deixam na mão SEM pagar aluguel, mais fé a gente tem de que o próximo vai ser melhor.
Como o ser humano é patético!
;D
Bom... e era isso.
O quinhentos chegou, e ele não conectou. ¬¬
Valeu por me ouvir/ler.
beijosmeliga :*
segunda-feira, 30 de abril de 2007
Todos alegres em volta da mesa...
Bem... Cá estou eu, com uma marca roxa no braço direito, as costelas doloridas e um galo na testa. E não, meus caros, eu NÃO entrei em 'bate-cabeça' algum naquele Festival. A culpa é do maldito álcool.
Então eu ouço:
- Nossa! Você bebeu tanto assim?
E eu lhes respondo:
- Não, eu não bebo. Mas as pessoas que me fizeram isso bebem... E muito!
Parece que há alguma espécie de 'normas bebais' às quais TODO bêbado respeita, e que regem que todo e qualquer ser que esteja sob o efeito do álcool deve agir de modo insuportável e sem noção alguma de decência ou distância. Será que é tão difícil assim ter noção de quanto se pode beber?
Ouvi de alguém essa semana:
- A palavra álcool só pode vir do inglês.
- Por quê?
- Porque muitas das palavras em inglês são formadas por justaposição. 'Al' = 'All', ou seja, 'tudo'. 'Cool' significa 'legal'. Logo, álcool significa 'tudo legal'. Perfeito!
Agora, senhores, me digam: Qual é a graça de algo que apaga sua memória e faz com que você tenha que perguntar ou pedir desculpas pelo que você não sabe se aconteceu? Existe algo bom em 'esvaziar o caneco' e não se lembrar do nome da garota a quem você beijou?
Creio que não.
Creio também que escrevi parágrafos e mais parágrafos de lições de moral, e eu ODEIO lições de moral. Mas fazer o que, não é?
E enquanto isso, no lustre do castelo...
A espera continua... Se bem que eu sei que a história vai se repetir, como em todas as outras vezes. Eu o conheço, eu o conquisto, eu o 'pego', eu o abandono. Já dizia Ana Carolina:
"Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura
As vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Aprendi a me virar sozinha
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar!"
Beijos. E fiquem na paz!
:*
Então eu ouço:
- Nossa! Você bebeu tanto assim?
E eu lhes respondo:
- Não, eu não bebo. Mas as pessoas que me fizeram isso bebem... E muito!
Parece que há alguma espécie de 'normas bebais' às quais TODO bêbado respeita, e que regem que todo e qualquer ser que esteja sob o efeito do álcool deve agir de modo insuportável e sem noção alguma de decência ou distância. Será que é tão difícil assim ter noção de quanto se pode beber?
Ouvi de alguém essa semana:
- A palavra álcool só pode vir do inglês.
- Por quê?
- Porque muitas das palavras em inglês são formadas por justaposição. 'Al' = 'All', ou seja, 'tudo'. 'Cool' significa 'legal'. Logo, álcool significa 'tudo legal'. Perfeito!
Agora, senhores, me digam: Qual é a graça de algo que apaga sua memória e faz com que você tenha que perguntar ou pedir desculpas pelo que você não sabe se aconteceu? Existe algo bom em 'esvaziar o caneco' e não se lembrar do nome da garota a quem você beijou?
Creio que não.
Creio também que escrevi parágrafos e mais parágrafos de lições de moral, e eu ODEIO lições de moral. Mas fazer o que, não é?
E enquanto isso, no lustre do castelo...
A espera continua... Se bem que eu sei que a história vai se repetir, como em todas as outras vezes. Eu o conheço, eu o conquisto, eu o 'pego', eu o abandono. Já dizia Ana Carolina:
"Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Sei que não sou santa, as vezes vou na cara dura
As vezes ajo com candura pra te conquistar
Mas não sou beata, me criei na rua
E não mudo minha postura só pra te agradar
Aprendi a me virar sozinha
e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar!"
Beijos. E fiquem na paz!
:*
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